Para marketing e comunicação
Você responde pelo programa. O problema é que o fracasso dele é silencioso.
Programa de conteúdo executivo raramente é cancelado. Ele para. Os posts rareiam, ninguém avisa, e três meses depois alguém pergunta o que aconteceu com aquela iniciativa — e a pergunta chega em você.

Por que esses programas morrem
Quase sempre pelo mesmo caminho.
Não é falta de vontade. É falta de tempo.
O executivo concorda em público e não abre o documento. Duas semanas depois, a pauta venceu e ninguém quer cobrar um diretor.
Você descobre tarde.
Sem um painel, o sinal de que o programa parou é a ausência de posts — e ausência é difícil de notar antes do trimestre fechar.
Quando você nota, virou constrangimento.
Retomar exige uma conversa que ninguém quer ter. É mais fácil deixar morrer em silêncio do que admitir que morreu.
O tamanho do programa é o que mais muda esse desfecho. Em programas de três executivos ou mais, 68% seguem publicando aos seis meses e 50% aos doze — contra 46% e 34% abaixo de três. É a razão de existir um mínimo, e duas coisas no sistema existem exatamente para brigar com essa curva.
Executivos que seguem publicando, por tamanho do programa
Aos doze meses, metade dos executivos em programas de três ou mais ainda publica — contra um terço abaixo disso.
A primeira: seu time pode dirigir
Delegação — o programa deixa de depender da agenda de uma pessoa.
Um colega pode receber acesso para atuar no painel de um executivo: revisar as ideias de conteúdo, escolher a pauta e agendar as publicações em nome dele. Quem concede e quem revoga é o admin da empresa — você —, e cada ação fica registrada no nome de quem a fez.
Na prática, é isso que separa um programa que sobrevive de um que morre. O executivo que não abre o painel não precisa abrir: alguém do seu time carrega a operação, e ele entra só onde é insubstituível — o áudio de cinco minutos e a aprovação final. Nenhuma peça vai ao ar sem ele aprovar.

A segunda: você vê antes
Cobertura por executivo, semanas antes de virar um buraco.
Cada executivo aparece no painel como em dia, vence em breve ou precisa de trabalho, calculado sobre o que já está agendado. Você não descobre que alguém parou olhando o feed — você vê a agenda esvaziando com antecedência para agir.


O que você leva para a diretoria
O painel responde durante o mês. O relatório responde no fim.
No painel, a qualquer momento: cobertura de cada executivo, decisões esperando alguém, e o uso do plano no mês — porta-vozes ativos e ciclos de conteúdo consumidos contra o contratado. No fim do mês, o relatório consolidado da diretoria, que é o documento que você leva para a reunião em que perguntam o que o programa produziu.
publicações autorais por mês, por executivo
Mediana no plano de duas por semana, entre executivos presentes nos cinco meses de jan–mai/2026. N = 16 executivos, 80 meses-executivo. A cadência contratada é a do plano; este é o número observado.
publicações autorais por ano, antes de qualquer programa
Mediana em 79 executivos de empresas-alvo analisados pelo nosso time comercial em 2025 — nenhum deles nosso cliente. É uma comparação entre dois grupos, não um antes e depois das mesmas pessoas.

As regras
As regras de checagem são as suas: voz, posicionamento e o que a empresa não fala. Cada peça recebe uma nota contra essas regras antes de chegar ao executivo, e abaixo do limite acordado não avança. A publicação é pela API oficial do LinkedIn — ninguém pede a senha de ninguém — e cada peça guarda o histórico de pauta, aprovação, resultado da checagem e horário.
A página de compliance vai para o seu jurídico sem edição, e a documentação (DPA, anexo de LGPD, questionário de segurança) chega por e-mail em até um dia útil.
Comece vendo onde a sua diretoria está hoje.
Comparamos a página da sua empresa com os perfis dos seus executivos e mandamos o resultado por e-mail. Leva cerca de dois minutos, não agenda conversa nenhuma, e serve como linha de base se você decidir tocar o programa.